TESTEMUNHOS


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21 comentários:

  1. Sou amigo do Joaquim há muitos anos, mesmo antes de se ter tornado especialista em hipnose clínica. Sendo um "agnóstico" nestas matérias, nunca me tinha passado pela cabeça mergulhar numa sessão destas. Mas um dia aconteceu. Numa altura menos tranquila da minha vida, encontrei o Joaquim por acaso e conversámos sobre as vantagens da hipnose. Não tinha nada a perder. Foi com grande curiosidade e algum cepticismo que me dirigi ao seu gabinete, pensando que o Joaquim teria uma tarefa difícil pela frente. Mas a sessão acabaria por me surpreender a mim e a ele. Acabei, no final, por ficar em posição fetal, sem me dar conta. Senti que tinha limpado o meu disco rígido. O segredo foi confiar e deixar-me levar nesta "viagem" ao interior de nós próprios. Se recomendo? Sem dúvida. Se fosse a si, não hesitava...

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  2. O Joaquim foi meu formador em 2005 no curso de TSHST (Técnico Superior de Higiene e Segurança no Trabalho). Houve logo de início alguma empatia e quando o Joaquim se apresentou e referiu que trabalhava na área da hipnoterapia, despertou a minha curiosidade. Há muito tempo que me autoquestionava porque não conseguia levar uma dieta até ao fim, quando nos restantes projetos da minha vida tinha uma perseverança e força de vontade que me permitiram sempre atingir os meus objetivos. O que estaria escondido no íntimo que não me deixava ter sucesso na perca de peso. Sempre tive muita curiosidade sobre a hipnose (Será que não nos lembramos de nada? Será que nos podem induzir a fazer algo que não desejamos?) e até já me tinham tentado hipnotizar sem sucesso. Resolvi aborda-lo no final de um dia de formação e depois de uma conversa combinamos fazer uma sessão de tratamento.
    Foi tudo tão fácil, para além de ter memória de tudo o que se passou, a hipnose ocorreu de uma forma tão natural que a sensação de tranquilidade permaneceu depois da sessão. Fizemos várias sessões, mas apesar da serenidade atingida durante e após as sessões, não estava a chegar ao cerne das questões que condicionavam a minha dificuldade em perder peso, continuando a minha atitude resignada sobre isso. Uma manhã o Joaquim liga-me e “pôs-me entre a espada e a parede” ou havia evolução na terapia ou deveríamos parar pois os objetivos não estavam a ser atingidos. Foi o empurrão que me faltava! Estaria eu mais uma vez a perder esta batalha? Não podia ser… Na sessão seguinte tudo mudou: espontaneamente durante a terapia o meu cérebro encontrou caminhos que levaram as respostas que pretendia. Regressão a vidas passadas, sonho, não me interessa a explicação pois o que é importante é que encontrei o que precisava. O excesso de peso era apenas a capa do problema, que tinha como base a falta de autoestima e uma visão fatalista de tudo o que aconteceu na minha vida desde a morte do meu pai quando criança. O meu percurso durou 10 sessões até quando, tanto eu como o Joaquim, concordamos que o tratamento tinha atingido os seus objetivos.
    Hoje continuo com excesso de peso, mas o ser gordinha nunca mais condicionou a minha vida. Sou mãe de uma criança linda e tenho o meu companheiro, que me ama por quem eu sou, com uns quilinhos a mais e tudo. Percebi que não tinha de ser outra pessoa, bastava ser a própria, que tinha asas para voar, que estava bem como era, que era uma pessoa com valor e muita força e que podia amar-se e ser amada tal e igual como era. Esta experiência foi o ponto de viragem na minha vida que condicionou a mulher que sou hoje. O nosso cérebro é uma máquina extraordinária que tem a resposta para tudo, só precisamos que alguém nos guie. Obrigado Joaquim!
    LB

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  3. Tabaco, Adeus, até Sempre!

    Tive conhecimento do trabalho do Joaquim através de um amigo. Este amigo fumava 2/3 maços de cigarros por dia. Um dia estávamos a jantar e estranhei o fato de não ter fumado durante todo o jantar e pela noite dentro. Questionei o meu amigo como teria ele conseguido deixado de fumar???!!! A resposta foi : Hipnose!...nunca mais fumei!...disse-me…

    A hipnose era um terreno para mim completamente desconhecido, contudo sem hesitar, pedi logo ali o contato do Joaquim. Pois já tinha tentado deixar de fumar algumas vezes sem sucesso. Pensei: Vou ter de ir ao Joaquim,…! Nessa mesma semana entrei em contato com o Joaquim e decidi: Ano Novo Vida Nova.

    Deixei de fumar no dia 04 de janeiro de 2008, numa sessão única. Fumei o último cigarro antes de tocar na campainha e passado cerca de duas horas e meia, saí como não-fumadora, após ter sido fumadora, desde os 13 anos de idade, ininterruptamente.

    Na primeira conversa que tive com o Joaquim ao telefone, questionei-o se o timing seria o mais adequado para me submeter a mais uma prova, a mais uma privação. Tinha muitas dúvidas, principalmente sobre os efeitos após a terapia: se a minha ansiedade iria aumentar; se iria conseguir lidar com o facto de já não ter uma “ajuda” para a fase menos boa que estava a travessar, fragilizada perante uma situação de profundas mudanças a nível pessoal; se iria “ENGORDAR!”; ao que o Joaquim me respondeu que o momento não poderia ser melhor. Disse-me que eu necessitava de um objetivo, cuja concretização não dependesse de outros, mas só de mim, para o qual pudesse canalizar as minhas energias e através do qual poderia emergir com a autoestima reforçada, que era isso o que eu mais necessitava naquela fase. Algo que me dissesse: “Agora eu sei que sou mais forte que o tabaco. Não devo duvidar de mim. Sou capaz de muito mais!”

    Lembro-me que o Joaquim me disse: “Helena, não só irá sair daqui sem fumar como se irá sentir mais leve!...”

    E assim foi:
    No dia 04 de janeiro de 2008, conversamos um pouco sobre os meus anseios e medos, sobre o meu questionário, no qual tinha respondido que achava que nada me iria distrair do tabaco, que não queria deixar de ter o prazer de fumar um cigarro, que não sabia se estava preparada para fazer sacrifícios... e entramos na terapia… a terapia com hipnose foi uma experiência incrível, lembro-me de estar calma e sempre acordada, contudo a “viajar” acompanhada por uma música maravilhosa e pela voz calma do Joaquim.

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  4. Tabaco, Adeus, até Sempre! – Contínuação:

    Verdade é que sai do consultório um pouco nas nuvens …com um sorriso na cara e sem cigarros (o meu último maço de cigarros ficou no consultório, no caixote do lixo). Até hoje, dia 09 de outubro de 2012, passados mais de 4 anos e 9 meses, nunca mais comprei cigarros e nunca mais peguei num cigarro…Mas o mais incrível é que não tenho mesmo vontade de o fazer!!!!

    Achava que os primeiros dias após a terapia iriam ser muito difíceis. Não o foram, e a cada dia que passava, a ideia, a vontade de fumar decresciam, ficavam mais e mais no esquecimento…até hoje que já não me vejo a fumar … Hoje o cigarro para mim pertence ao passado.

    Deixar de fumar foi uma das melhores decisões que tomei na vida. Tenho orgulho em mim e um sentimento de “Liberdade”…Sim, quando me perguntam o que sinto por ter deixado de fumar invariavelmente respondo : Liberdade. O hábito de fumar evolui para uma dependência à qual ficamos amarrados, da qual não conseguimos sair, uma sensação, um sentimento, uma crença familiar a todos os fumadores.

    Os outros efeitos são os benefícios óbvios ao nível da saúde, a ausência do cheiro do tabaco na roupa e o dinheiro, tanto dinheiro, que se poupa, etc.

    Desde o dia em que conheci o Joaquim e deixei de fumar já aconselhei vários amigos, amigas e colegas de trabalho a irem ter com o Joaquim. Muitos foram, e posso afirmar, que foram mesmo muitos. Todos tiveram êxito, ou seja, deixaram de fumar… por isso recomendo sempre o Joaquim.

    Penso que o segredo do sucesso da terapia de deixar de fumar com o Joaquim, assenta na confiança, em seguirmos simplesmente em frente, embarcar na “viagem” que a terapia proporciona e durante a qual o Joaquim nos faz entender, sentir que fumar não é o que os fumadores, habitualmente acreditam, argumentam: um vício ruinoso, mas incontornável, que não conseguimos largar, pois proporciona-nos imenso prazer e não vamos conseguir prescindir do nosso cigarro, nem nas horas boas, nem nas horas más, porque é ele, supostamente, a nossa bengala, o nosso fiel companheiro! O cigarro é de facto, sem dúvida a companhia do fumador, uma PÉSSIMA! companhia que causa muito dano e da qual todos se devem libertar!

    Obrigada, Joaquim! Obrigado, por me ter feito acreditar que era capaz de deixar de fumar sem entrar em sofrimento e desistir ao primeiro obstáculo…

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  5. A UNIÃO facilita tanta coisa, até o DEIXAR DE FUMAR

    Há cerca de seis anos, tive conhecimento através dum amigo do trabalho do Joaquim. Inicialmente estava um pouco renitente, pois não era muito crente na hipnoterapia. Já nessa altura, estava a tentar arranjar coragem para deixar de fumar. O clique que faltava para levar em diante a minha decisão aconteceu, quando soube que a duração da terapia de deixar de fumar limitava-se a uma única sessão.

    Após uma reunião com a minha mulher, também fumadora, uma vez que estava acordado entre nós, já há muito tempo, que quando um deixasse de fumar o outro faria o mesmo, por uma questão de apoio mutuo, decidimos avançar para o contacto com o Joaquim, a fim de marcarmos a nossa sessão.

    Estávamos francamente esperançados que seria esta a nossa oportunidade de nos livrarmos desse maldito vicio, mas simultaneamente tínhamos algum receio que não resultasse e estávamos com algum nervosismo quanto à terapia, que não deixava de ser para nós um mergulhar no desconhecido.


    No dia 28.09.2006 lá fomos nós para a nossa sessão de terapia de hipnose. Após uma conversa com o Joaquim ficámos mais serenos perante a decisão tomada, mais crentes em relação ao sucesso tão desejado.

    A Elisabete, foi a primeira, fez a terapia de manhã e eu fiz à tarde. Ambas as sessões correram bastante bem. Tanto eu como a Elisabete saímos consideravelmente mais calmos, mais tranquilos.

    Nos dias seguintes a tranquilidade manteve-se e a vontade de fumar tinha desaparecido. Os conselhos dados pelo Joaquim foram fundamentais pois a lembrança do tabaco ainda ia surgindo, mas não a vontade de fumar.

    Ganhamos novos hábitos de vida, mais saudáveis, mais económicos. Voltamos a sentir os cheiros, os paladares, prazeres que antes estavam vedados pelo tabaco.


    Hoje, passados seis anos não temos qualquer dúvida em afirmar que foi uma excelente experiência e uma das melhores decisões que tomamos na nossa vida, não hesitando assim em aconselhar qualquer pessoa a tomar a mesma decisão.

    O nosso muito obrigado ao Joaquim por tudo o que fez por nós.

    Elisabete e Carlos Brites

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  6. CONTROLO DA DOR

    Sempre fui muito cético em relação a qualquer das variantes de medicina alternativa. A hipnose então estava completamente fora do meu leque de opções. Apesar da confiança, da amizade que tinha pelo Joaquim, de reconhecer a sua seriedade e valor como profissional, afirmei em mais de uma ocasião, que jamais me deixaria hipnotizar por ele.

    Em abril de 2005 apanhei uma infeção severa num dos dentes caninos, que se somou em duas idas à urgência hospitalar de São José, durante a madrugada, tal era a febre e eram as dores, apesar do acompanhamento médico, dos diversos medicamentos que tomava. A infeção teimava em não passar, apesar de já ter mudado de antibiótico. A situação agravou-se ao ponto de eu deixar de trabalhar, não conseguir dormir e ter a sensação de uma cabeça prestes a explodir. Sou propenso a desenvolver enxaquecas. O Joaquim ao tomar conhecimento do meu estado prontificou-se a ir ter comigo, nessa mesma noite, para tentar ajudar-me. Estava por tudo, tal era o meu desespero. Pior não podia ficar.

    O Joaquim sentou-se à beira da cama, num quarto em que só entrava a luz estritamente necessária para se ver os vultos, através da porta semiaberta. Não suportava nem luz, nem qualquer tipo de som. Pediu-me a mão esquerda e começou a induzir uma sensação de dormência nessa parte do meu corpo. Em seguida, foi através dessa mão, por toque, que se passou a dormência para a zona alvo, toda a área afetada pela infeção.

    Foi inacreditável, a dormência continuava presente na manhã seguinte e fez-se sentir durante três dias. Uma sensação comparável ao efeito anestésico, de um tratamento médico, dentário, embora mais agradável, mais suave, natural.

    O objetivo era controlar a dor, mas de facto o mais espantoso foi que a infeção acabou por partir.

    Estou ao dispor de todos os que me queira contactar para obterem esclarecimento adicional em relação a esta minha fabulosa experiência.


    Com os melhores votos para todos,
    Luís Miguel Ambrósio Caeiro
    (luiscaeiro14@hotmail.com)

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  7. Alberto Fernandez Garcia13 de janeiro de 2013 às 16:08

    Desde siempre estuve muy unido a mi hermano. Durante nuestra infancia y juventud estuvimos siempre juntos, compartiéndolo todo. Nos parecíamos tanto que a veces la gente llegaba incluso a confundirnos. Su repentina muerte a los 41 años me produjo un estado de gran angustia que después de seis meses seguía aumentando. La impotencia ante el sufrimiento de nuestra familia aumentaba todavía más mi sufrimiento.
    Conocí el trabajo de Joaquim a través de su blog. Él me sugirió la lectura de algunas páginas para preparar una sesión. El ajuste emocional se produjo a un ritmo asombroso. Durante la sesión pasé por la desesperación, el dolor y el vacío. En un momento, pude ver a mi hermano sonriendome. Al final alcancé una sensación de alivio, un estado de enorme paz y la determinación de seguir adelante. Después de una hora, la angustia se había convertido en una tristeza serena. No necesité más sesiones. Pocos días después viajé para apoyar y estar con mi familia.

    Grande abraço!!
    Alberto.

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  8. Era uma vez uma rapariga de nome Celina, que a determinada altura da sua vida se sentia muito infeliz. Estava mergulhada num estado depressivo, de grande tristeza, de uma profunda dor e, simultaneamente, de uma ansiedade generalizada em crescendo. Estava quebrada, desorientada e apavorada com o processo de deterioração das suas forças, da sua autoconfiança.

    Tudo isto aconteceu a mim no decurso da doença prolongada que atingiu o meu querido pai e que culminou com a sua morte em Setembro de 2010. Depois do luto, comecei a sentir-me muito ansiosa e inclusive tive alguns ataques de pânico. Depois vieram as dores de cabeça e as insónias. Durante a noite passava muitas horas acordada e as dores de cabeça, a ansiedade foram aumentando.

    Quando, pela segunda vez, me vi forçada a recorrer ao serviço de urgência hospitalar com dores de cabeça violentas que não conseguia controlar através da medicação, uma amiga, que tinha deixado de fumar através de hipnose com o Joaquim em 2008, ficou alertada e acompanhou-me à primeira consulta. A primeira consulta teve lugar a 19 de setembro de 2012. Nessa sessão foram processadas as memórias do longo calvário e morte do meu pai.

    De novo na rua senti uma leveza, uma brisa de ânimo de vida em mim, como já não tinha memória há muito tempo. Foi uma sensação tão boa, o sol voltou a brilhar, o vento voltou a ter cheiro, parecia que tinha renascido.

    Na segunda sessão o Joaquim ensinou-me a enfrentar a dor física e como contrariar os ataques de pânico.

    Na terceira sessão foi a vez de atacar as fobias associadas a parques de estacionamento subterrâneos e metro. Atravessei os meus medos nesse meu mundo interior e emergi para enfrentar de novo a vida como sempre o soube fazer.

    Na quarta sessão tive um reencontro vital, o da minha criança interior, uma abordagem terapêutica que nos devolve a autoconfiança, a serenidade e a alegria. Depois foi a vez de aprender a “pescar”, através da auto-hipnose.

    Após a quinta sessão, a 23 de outubro de 2012, no espaço de um mês, o sufoco da angústia tinha partido, em todas as suas formas de manifestação. Sentia-me segura, positiva e surpreendia com a minha energia renovada aqueles que me rodeavam.

    Depois disso seguiram-se mais duas sessões serenas de desenvolvimento da auto-hipnose, de ampliação do sentimento de bem-estar e da percepção prazerosa do quotidiano.

    Apesar dos desafios do momento, da situação que Portugal atravessa, sinto uma energia positiva, que me permite seguir em frente com uma relativa leveza e optimismo perante a vida.

    Agradeço à minha amiga que me levou até quem eu agora agradeço: Joaquim, obrigado por me ter ajudado não só a ultrapassar esta fase da minha vida sem recurso a medicamentos, mas principalmente porque fez com que a Celina se conhecesse melhor.

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  9. Fumadora ou Não-fumadora, eis a Questão

    Em 2008 marquei a minha primeira consulta com o Joaquim, por recomendação de uma amiga ex-fumadora. Fumei o meu último cigarro antes de entrar para a consulta e após ter saído nunca mais voltei a fumar. Não senti stress, nem ansiedade, nem nervosismo, simplesmente nenhum dos efeitos indesejados. Passei dois anos, como Não-fumadora, sem qualquer esforço.

    Tendemos a esquecer o que não nos convém. Sabia que um ex-fumador é semelhante a um ex-alcoólico, coloca tudo a perder se voltar a tocar no fruto envenenado. Um único cigarro é o suficiente. Com o passar do tempo o ex-fumador tende a ganha uma segurança desmedida, que o pode induzir a medir forças com o poder da nicotina, reforçado pela ação de centenas de aditivos. Ao longo da sessão, por diversas vezes, o Joaquim advertiu a esse respeito.

    Como esqueci tudo isso, e estava a atravessar uma fase menos boa no trabalho, um dia pedi um cigarro a um colega. No dia seguinte voltei a fazer o mesmo. Daí a comprar um maço de cigarros foi um ápice, e foi assim que dei por mim a fumar de novo.

    No final do ano voltei a pensar em contactar o Joaquim. O facto de na altura um amigo estar a ser acompanhado pelo Joaquim por outras razões, apressou a minha determinação em não adiar mais o meu intento.

    E foi assim que eu no dia 25 de janeiro de 2013 voltei a recuperar o meu estado de não-fumadora, após uma única sessão. Estou há dois meses sem fumar, estou serena, bem-disposta, alegre e sinto-me ótima. As minhas roupas, a minha casa voltaram a cheirar bem. Hoje sei que não posso voltar a tocar em tabaco, qualquer que seja a forma, cigarro, charuto, cigarrilha ou cachimbo. Sou uma não-fumadora e uma não-fumadora não fuma, nunca.

    Como sou apreciadora de comida e adoro cozinhar, estou a juntar o dinheiro que “queimava” com os cigarros para uma ronda pelos melhores restaurantes de forma a deliciar-me com as iguarias dos melhores chefes de cozinha. Já quase reuni o dinheiro para ir ao Vila Joya, na Galé, Albufeira, saborear as criações dos melhores chefes Michelin. Vai ser a minha entrada no paraíso.

    E subir escadas? Tão mais fácil agora. E eu que pensava que era derivado aos quilinhos a mais. Mas não, eram simplesmente os cigarros que tornavam qualquer esforço penoso. O meu corpo diz-me que fiz uma ótima escolha e também a minha autoestima saiu reforçada desta conquista.

    Peço a todos os que venham a ler este testemunho que não deixem para amanhã esta oportunidade de libertação, faça-o já! Certamente vai utilizar como justificação para não o fazer, que adora fumar. A essa argumentação eu posso contrapor de boa consciência, que duvido que alguém possa sentir mais prazer que aquele que eu sentia. Eu fumava com gosto todo o tipo de tabaco, inclusivamente cigarrilhas, charutos e até cachimbo.
    É mais fácil do que pensa e totalmente indolor. É um acto de amor-próprio ao seu alcance.

    Páscoa Feliz para todos!

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  10. Maria Rodrigues Ferreira10 de maio de 2013 às 10:38

    15 anos de Tristeza, Depressão

    Joaquim Bule:

    Em março de 2013 fui contactado pela Lurdes Rodrigues, por causa da sua mãe, Maria Rodrigues Ferreira, de 67 anos, que padecia de uma depressão que se arrastava há mais de 15 anos.

    Sua mãe tinha tomado conhecimento do meu trabalho através de uma amiga, cuja filha tinha estado em tratamento comigo, por causa de uma depressão, com resultados excelentes num muito curto espaço de tempo. Nessa ocasião adverti para a possibilidade de um processo mais moroso e de menor alcance decorrente da idade.

    Na primeira sessão, a 22.03.13, e na segunda mal via os olhos da Maria através das pálpebras entreabertas, mas desde o início foi notória a sua admirável determinação. Na terceira sessão, a 02.04.13, ao abrir a porta, tinha a confirmação que a Maria tinha despertado para o mundo: Postura ereta, olhar brilhante, imagem renovada, afirmativa na escolha da roupa, dos acessórios, cabelo aprimorado e um sorriso como reflexo de uma alegria profunda.

    Na quarta e última sessão, a 30.04.13, quase um mês depois da penúltima, as primeiras palavras da Maria, ao cumprimentá-la foram: “Estou curada!”

    Maria Rodrigues Ferreira:

    Foram mais de 15 anos de angústia, de mal-estar, uma sensação de aperto no peito, um sufoco que se prolongava por toda a garganta, como se tratasse de uma bola. Tudo começou por questões laborais e agudizou-se com a morte do meu pai, que viria a ser o início de um rosário violento e repentino de perdas sucessivas de entes queridos, num curto espaço de tempo.

    O acompanhamento psiquiátrico constante ao longo de todos estes anos não me libertou do que sentia dentro de mim. Foi uma eternidade de isolamento voluntário em casa, atormentada por pensamentos intrusivos que só auguravam desgraças. A alegria de viver, o bom humor pelo qual era conhecida passou a ser uma mera lembrança.


    Hoje sou uma mulher mais bem-disposta, mais alegre, com entusiasmo, menos pessimista, e voltei a ser faladora como era dantes. Uma mudança notória para toda a minha família e amigas. Tenho energia para fazer as minhas coisas com gosto, algo que se tinha tornado tão penoso e angustiante. Sou participativa nos momentos em família e quebrei o meu recolhimento domiciliário, apreciando a companhia das minhas amigas. Reduzi para metade a medicação que tomava. Sinto um alívio, uma leveza, como se tivesse arrancado de mim a “bola” no peito que teimava em não me largar.

    Aprendi a ser mais forte, e posso apenas recomendar agradecida e insistentemente a todos os que se revêm no meu sofrimento esta via terapêutica.

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  11. INSÓNIAS (4 SESSÕES)

    O imperativo de qualidade progressiva, a incessante exigência de superar-se a si mesmo, não ser mais um mais sim aquele, o impedimento de estabelecer-se na sua zona de conforto, ser posto à prova numa sequência em cadeia sem fim à vista, como tal, não se pode andar a dormir na “formatura”.

    A carga é de tal forma esmagadora que torna-se difícil relaxar, quando se quer fazer uma pausa. Na atualidade o ritmo dos profissionais assemelha-se ao estilo de vida dos atletas de alta competição. A exigência que recai sobre nós, por si já significativa, é ainda empolada pelo próprio, muito para além daquilo que os outros objetivamente esperam de nós.

    Quando acresce a esta tensão um fator de instabilidade não esperado, que escapa ao nosso controlo, como o sofrimento de pessoas queridas ou do próprio, seja qual for a sua natureza, questões de saúde, conflitos afetivos e relacionais, conflitos de expetativas, questões de ordem financeira, facilmente o atleta de alta competição deixa de funcionar no ótimo, comprometendo a esperada performance de excelência.

    A HIPNOSE não desenvolve efeitos secundários, como a habituação e todos os outros efeitos indesejados que são detalhados nas bulas em listas infindáveis. O facilitismo, o recurso à medicação, só em casos extremos. Como não me considero um caso patológico, optei por este método de ajuda natural, com provas dadas, médicas e científicas. Ainda mais, tenho a facilidade em desenvolver estados alterados de consciência, em me focalizar no meu mundo interior, uma capacidade que o ocidental tende a desaprender ao longo do seu processo de crescimento e a desvalorizar.

    Sinto mentalmente e até fisicamente uma enorme leveza quando saio de uma sessão, e que houve cargas que ficaram para trás. É importante reter e reforçar os resultados alcançados nas sessões, explorar o potencial de crescimento e evolução que existe em cada um de nós, através dos exercícios de auto-hipnose que o Joaquim ensina, de acordo com os objetivos pretendidos. Trata-se de um processo de aprendizagem poderoso, para lidarmos saudavelmente com as múltiplas exigências de cada momento, de cada fase do nosso ciclo de vida. É como na manutenção do bem-estar do corpo, ou como na proteção do computador – sistema antivírus sempre em ação.

    Aprendi a gerir de forma mais eficaz as minhas emoções, energias. Consigo relaxar através dos exercícios, abstrair e limpar a mente das preocupações que não acrescentam valor. Mesmo quando acordo durante a noite tenho muito maior facilidade em voltar a dormir, recorrendo aos exercícios. O sono tornou-se mais profundo e reparador. Por vezes ainda me recordo de sonhos, mas já não são pesadelos, são sonhos nos quais me integro bem. Estranhamente são sonhos mais lúcidos, mais intensos, mais vividos, mais gratificantes, de um mundo maravilhosamente, infinitamente distante das preocupações do dia-a-dia.

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  12. TOMADA DE DECISÃO (4 Sessões)

    “Ó homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo.” - Inscrição na entrada do Oráculo de Delfos.

    Constantemente somos confrontados com a necessidade de tomar decisões. Os processos de escolha constituem frequentemente fonte de inquietação, sobre tudo quando o grau de incerteza é significativo em relação à evolução dos pressupostos, e quando o impacto das mudanças é extensível aos que estão próximos ou dependem, de alguma maneira, daquele que deseja avançar.

    Perante decisões de curto alcance, é muito prático, simplesmente, considerar os prós e os contras. Quando se trata de decisões estruturais, independentemente da sua natureza ser pessoal ou profissional, é útil não descorar as motivações inconscientes.

    Foi em busca dessa visão alargada, de um entendimento "conhece-te a ti mesmo", que tive ao longo de quatro sessões, o acompanhamento do Joaquim. Sigo com curiosidade e interesse os avanços nas ciências da saúde, incluindo a crescente afirmação das medicinas alternativas. O facto de conhecer o Joaquim desde longa data, proporcionou-me o à-vontade para descobrir de uma forma tranquila e de espírito aberto a hipnose clínica.

    Foi uma mais-valia em todos os aspetos. No imediato, as decisões em aberto foram tomadas e posteriormente, passei a dispor de um conjunto de ferramentas mentais, preciosas pela sua simplicidade e eficácia, que podem ser acionadas em qualquer altura e em qualquer lugar.

    As sessões eram vivenciadas num estado de bem-estar, de uma profunda paz de espírito e de uma leveza que havia momentos em que deixava de sentir o corpo.

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  13. ANSIEDADE DE PERFORMANCE - LE TRAC / MEDO DE PALCO

    TRADUÇÃO SEGUE APÓS O TESTEMUNHO ORIGINAL EM ITALIANO

    La musica ha sempre avuto un ruolo fondamentale nella mia vita. In gioventù ho dedicato ad essa molto tempo ed energie, riuscendo a raggiungere una formazione di alto livello. La musica, mai diventata la mia professione, nel corso degli anni è sempre stata al centro dei miei interessi e da essa ho sempre tratto grande piacere e gratificazioni.

    Purtroppo però, quando la mia esperienza musicale passava dalla dimensione privata a quella pubblica, concretizzandosi in esibizioni pubbliche, ho sempre dovuto affrontare il grosso problema del “panico”: la paura si manifestava al momento del concerto sotto la forma di una penosa e imbarazzante perdita di controllo sia fisico che mentale; i sintomi: tachicardia, violenti tremori, nausea, apnea, perdita della lucidità, problemi di concentrazione, amnesie… ; tutto ciò comprometteva, almeno in parte, la qualità delle mie esecuzioni e rendeva per me penose, in quanto connotate da stati di forte ansia, le ore, se non addirittura i giorni, che precedevano i concerti.

    Un giorno, nel corso di una conversazione con un amico, parlai di questo, e lui mi fece il nome di J. B., ritenendo che avrebbe potuto aiutarmi a superare le mie difficoltà. Io ero molto scettico, e furono solo la grande stima e fiducia che nutro per quest’amico a convincermi ad entrare in contatto con il dott. Bule.

    Felicemente già la prima seduta fu un’esperienza molto intensa ed importante: guidato da J., ebbi la netta sensazione di iniziare a smantellare tutto ciò che di negativo nel corso di un’intera vita io avevo legato alle esperienze passate e di ricollocare tali esperienze in una prospettiva di serena positività. Durante le successive sedute J. mi ha insegnato ad utilizzare alcune tecniche che mi hanno aiutato a riconoscere e gestire gli stati emotivi, a migliorare le capacità di attenzione, a favorire il rilassamento e a collocare in un’ottica positiva tutto ciò che abitualmente ero portato a vivere problematicamente. Ed inoltre è anche ulteriormente aumentato il mio piacere nel fare musica nella quotidianità.

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  14. TRADUÇÃO:

    A música sempre desempenhou um papel fundamental na minha vida. Na minha juventude dediquei-lhe muito tempo e energia, conseguindo alcançar uma formação de alto nível. A música, embora nunca se tenha convertido na minha profissão, tem sido sempre, ao longo dos anos, o centro dos meus interesses, da qual sempre tirei o maior prazer e satisfação.

    Infelizmente, sempre que a minha vivência musical transitava do privado para o espaço público, materializando-se em apresentações, em encontros com uma plateia, tive de enfrentar um obstáculo poderoso - o "pânico" : o medo manifestava-se no momento do concerto, sob a forma de uma perda dolorosa e constrangedora do controlo das reações tanto físicas como mentais: taquicardia, tremores violentos, náuseas, apneia, perda de clareza, dificuldade de concentração, amnésia... Todos estes sintomas comprometiam, de alguma forma, a qualidade do meu tocar piano, tornando para mim a experiência dolorosa, marcada por estados de ansiedade forte, horas e até mesmo dias, que antecediam os concertos.

    Um dia, durante uma conversa com um amigo, eu falei sobre isso, e ele deu-me o contacto do J. B., no pressuposto que ele poderia ajudar-me a superar as minhas dificuldades. Eu era muito cético, e foi apenas a grande estima e confiança que eu tenho por este amigo que me convenceu a entrar em contacto com o Dr. Bule.

    Felizmente, que logo a primeira sessão foi uma experiência muito intensa e importante: Sobre a orientação de J., tive a nítida sensação de começar a desmontar tudo o que havia de negativo no percurso de uma vida inteira, experiências passadas que reenquadrei a partir de uma perspetiva positiva, serena. Durante as sessões subsequentes o J. ensinou-me a usar algumas técnicas que me ajudaram a reconhecer e gerir os estados emocionais, para melhorar a capacidade de concentração, para induzir estados de relaxamento e perspetivar de forma positiva tudo aquilo que habitualmente encarava e vivia com apreensão, não descorando que também contribuiu para aumentar ainda mais o meu prazer em tocar piano na vida quotidiana.

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  15. Etapa 1 - Sobreviver. Respirar. Viver.

    Amiga do Dr. Joaquim, muitas vezes o ouvi falar da possibilidade de cura através da hipnose. Admito a minha incredibilidade, na altura.

    Tempos depois, devido a um problema crónico, ainda sem solução, aceitei finalmente esta hipótese de tratamento. O problema, diagnosticado como síndrome de Tietze ou costocondrite, é uma inflamação dos tecidos moles, entre as costelas e o esterno causando uma dor intensa, contínua, no centro do peito. Ao mesmo tempo, a minha respiração era descontrolada, tinha medo de deixar de respirar, coisa muito antiga que, vimos mais tarde, teve origem na pré-adolescência e no desporto que eu então praticava.

    Desde a primeira sessão, e foram seis, que as palavras do Dr. Joaquim, as explicações repetidas (sim, preciso de ouvir muitas vezes a mesma coisa, para que se entranhe) me pareceram inteligentes, dirigidas ao cerne da questão. O pensamento pode estragar muita coisa, mas também faz milagres. Ensinou-me a respirar, aprendi a respirar, tomando consciência da inutilidade do esforço que fazia cada vez que inspirava. Fazia barulho e penso que abria muito os olhos. Não era certamente o último suspiro, mas era a fórmula para sobreviver.

    Há meses que isso não acontece. Aconselhou-me a não me expor, temporariamente, a certas situações de tensão que lhe referi. Arranjei maneira de as contornar. Fica para sempre impresso na minha memória o momento em que percebi como dominar a respiração. O meu segundo nascimento. A sério.

    Paula Azevedo

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  16. 100 PÂNICO

    No início deste ano letivo (sou professora) tive a crise mais estranha do mundo. Pelo menos, estranha para mim. Após uma lesão no tendão de Aquiles que me dava uma dor crónica, subitamente deixei de conseguir enfrentar os alunos. Entrei em pânico pois desde há 25 anos que o ensino é a base da minha subsistência. Desde sempre sei que ensinar e aprender exige tempo, esforço, emoções dolorosas, angústia do fracasso e medo do julgamento de terceiros. Mas apesar de saber isso tudo o pânico apoderou-se de mim e pensei “não vou nunca mais conseguir voltar à sala de aula”.

    Encontrei, por acaso, o Joaquim no Linkedin, telefonei-lhe (sem grande esperança, confesso) e em poucas semanas através da hipnose, da sensibilidade e do bom senso do Joaquim, consegui enfrentar novamente a escola, tomar consciência da minha missão, das minhas responsabilidades e passei a ser uma pessoa mais "eficaz".

    Ele ajudou-me não só nesse problema pontual, como em questões mais profundas que me fizeram olhar a vida com mais segurança e com uma maior confiança em mim própria. Recomendo-o sem hesitações.

    Bárbara Cristina Terry Henriques

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  17. EMAGRECER COMO OPÇÃO ENERGIZANTE DE VIVER

    Em novembro de 2013, aos 41 anos, quatro sessões com o Joaquim Bule alteraram por completo aspetos fundamentais da minha vida.

    Já tinha concluído todas as etapas, os vários exames físicos, o relatório psicológico favorável, para a realização de uma Gastrectomia vertical calibrada “Gastric Sleeve”, cirurgia que consiste em retirar cerca de 2/3 do estômago com o objetivo de reduzir a sua capacidade e provocar restrição. Ao mesmo tempo retira-se a zona que produz as hormonas responsáveis pela fome – a grelina. Só estava a aguardar a comunicação da data da intervenção, que seria a curto prazo.

    Avancei para a hipnoterapia, francamente pouco esperançoso, mais por descargo de consciência de ter explorado todas as vias antes de dar o derradeiro passo, supondo que seria mais uma técnica de emagrecimento que iria experimentar.

    Em todas as tentativas anteriores, que se traduziam em dietas radicais, conseguia perder peso, mas o peso que perdia era em grande parte massa muscular e não gordura. Perdia 20 kg por mês porque não ingeria qualquer hidrato de carbono. Passar de pouco tempo voltava ao peso de partida.

    O mais espantoso da hipnose foi que, logo após a primeira sessão, desenvolvi um gosto genuíno pelo ginásio. Eu que não gostava de ginásio, que já tinha tentado, mas simplesmente não conseguia tirar prazer de um ginásio. O gozo que o ginásio atualmente me dá, graças à hipnose, foi fundamental para a perda de peso de forma gradual e saudável.

    Antes devorava a comida. Hoje saboreio a comida. Até como brócolos e sabem-me bem. Estou 20 kg mais leve e cheio de energia. Sou atualmente uma pessoa muito mais ativa, com uma forma de encarar a vida muito mais positiva, otimista, que fortaleceu a sua autoestima, autoconfiança, e que descansa, dorme muito mais tranquilamente, agora que deixou de ressonar.

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  18. Etapa 2 – Conquistar a Dor

    Tendo vencido a dificuldade que mantive durante muitos anos, em respirar normalmente (ver Testemunho, Fevereiro 2014: Etapa 1. Sobreviver. Respirar. Viver), o Dr. Joaquim propôs-me uma segunda etapa do tratamento para minimizar ou mesmo erradicar a dor no peito, diagnosticada como síndrome de Tietze.

    A medicina tradicional não encontrou até ao momento cura para esta doença, prescrevendo anti-inflamatórios, antidepressivos e muito descanso. Esforços inúteis há muito que deixara de fazer. Nadar e dançar foi com muita tristeza que deixei de praticar. Até secar o cabelo me provocava uma fadiga enorme.

    Nas sessões que logo retomei, percebi nova coisa: a importância de falar com a dor, de a tornar minha amiga. Sim, ela já tinha dado sinais de ser amiga. “O que é que a dor já fez por ti?”, perguntou o meu médico. Esse foi outro momento inesquecível: sim, já fez, ao alertar-me, fazer-se violentamente sentir, lembrara-me dos desgostos porque passara e tinha evitado que eu me retomasse uma situação afetiva dispensável.

    O facto de há meses não praticar a respiração traumatizante aliviou a pressão que sentia e, claro, as palavras, a inteligência com que fui sendo acompanhada ajudaram-me, têm-me ajudado a perceber a boa influência da hipnose e da auto-hipnose, a sintonia que existe entre corpo e pensamentos, qual a raiz da minha questão e a ter cuidado para não substituir aquela dor por outra, noutro lado do corpo. É um trabalho contínuo, sem fim, o de tratarmos de nós próprios, o de lutarmos pela qualidade da nossa vida.

    Já quase não se faz sentir, a dor.
    Obrigada Joaquim, uma vez mais.

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  19. Em duas ocasiões dramáticas da minha vida, recorri ao apoio do Joaquim e com a hipnoterapia consegui ultrapassar os problemas e a maneira como encarava a vida. Obrigada Joaquim!

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  20. TROCAR ANSIEDADE POR AGILIDADE

    A ansiedade instalou-se, os ataques de pânico chegaram e as fobias apareceram sabe-se lá de onde. A angústia perante tudo isto é um desespero para nós e para os que nos rodeiam...até que chega à minha vida o Dr Joaquim Bule e a revolução acontece. Sou céptica, mas perdido por cem.... Resolvi experimentar a hipnose para acabar com a ansiedade e tudo o que dai deriva.

    Tenho uma vida nova desde Agosto! E dos quatro a cinco ataques de pânico diários, passei a ter...zero! Obrigada Dr Joaquim Bule, porque estou bem e porque aprendi tanto consigo. Não hesitem! Mudem de vida, deixem-se hipnotizar!

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  21. Por vários fatores a depressão, como se fosse uma sombra, acompanhou-me desde a adolescência. Embora continuasse a estudar, trabalhar e a produzir ela sugava-me energia e alegria de viver. Foram 30 anos nesta situação inutilmente penosa. Graças ao Dr. Joaquim Bule e à Hipnoterapia, pela primeira vez este fardo desprendeu-se de mim. Sinto-me tranquilo, produtivo e durmo calmamente. Enfim, feliz.

    Rui Afonso Santos
    Historiador de Arte e do Design

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