quinta-feira, 16 de julho de 2015

SILENCIAR A DOR

AS DORES DA ALMA


Quando os Atalhos se convertem em 
“Soluções” Permanentes.


21 de fevereiro de 2014




Jornal PÚBLICO 24 de setembro de 2013

O consumo de psicotrópicos continua a aumentar em Portugal






JÁ EM 2005:

Portugal é segundo país na Europa com consumo mais elevado
Publicado a 02 MAR 05 às 00:00


Portugal é o segundo pais da Europa Ocidental com maior consumo de anti-depressivos. Dados do Instituto da Farmácia e Medicamento indicam que, nos últimos cinco anos, este consumo aumentou 45 por cento. A ONU considera que há motivos para preocupação e alertou as autoridades portuguesas.

Entre outras recomendações, os tranquilizantes e indutores de sono, devem ser tomados em pequenas doses e por pouco tempo.Em Portugal, o consumo de anti-depressivos aumentou 45 por cento nos últimos cinco anos. O jornal «Público», que revela os dados a partir de um estudo do Infarmed, escreve que as regiões do Norte e Vale do Tejo são as regiões de Portugal onde o consumo mais subiu.
Um especialista, citado pelo jornal, avisa que o consumo de anti-depressivos em Portugal é já um problema de saúde pública.

  
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EM 2010

Um em cada sete portugueses usa antidepressivos, segundo Eurobarómetro
 Jornal Público12/10/2010

No dia em que a Comissão Europeia divulgou os resultados do último Eurobarómetro sobre Saúde Mental - que indicam que os portugueses são os maiores consumidores de antidepressivos da União Europeia (UE) -, a ministra da Saúde voltou a defender que os médicos não fazem uma prescrição racional deste tipo de medicamentos e anunciou que está a ser preparado um guia de boas práticas para psiquiatras e clínicos gerais.
No último inquérito sobre saúde mental efectuado nos 27 países da UE, um em cada sete dos cidadãos nacionais entrevistados admitiu que usou antidepressivos nos últimos 12 meses, mais do dobro da média europeia

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Procurar a Solução 
através da Actuação sobre as Causas


Excluindo os casos de depressão profunda, será que perante um transtorno de humor que resulta naturalmente de um estado ou acontecimento doloroso na vida e da forma como a pessoa coloca em perspetiva essa contrariedade, o processo de crescimento adaptativo e a reconquista do bem-estar far-se-á com a toma de antidepressivos? 

Será que não passa de uma estratégia de adormecer a dor, de silenciar a voz interior

A falta de tempo serve como álibi de qualquer justificação para evitar o confronto com o desconforto incontornável.

Não há tempo, não há disponibilidade mental para escutar a dor, para a regeneração através do ciclo do resguardo, da introspeção, da aprendizagem e do renascimento.

Anestesiar a dor, sem combater as causas, corresponde a desligar os mecanismos de alerta, o que poderá originar o efeito bola de neve.





O imperativo de um processo de resolução de problema combater primordialmente as causas e não os efeitos, conduz-nos à velha questão da galinha e do ovo: quem apareceu primeiro?

Seja qual for a resposta (um distúrbio neurológico na origem da perturbação emocional ou o desconforto emocional que desorienta a atuação das pretensas Três Fadinhas Cor-de-Rosa:  Serotonina, Noradrenalina, Dopamina), as soluções holísticas (deriva da palavra grega holos que significa inteiro ou todo) têm vindo a afirmarem-se de forma crescente. 

Esta evolução resulta de uma maior aceitação do caracter sistémico do nosso bem-estar, assim como, do nosso sofrimento:


Mens sana in corpore sano 
(mente sã em corpo são)
Décimo Júnio Juvenal 

Consideração psicossomática com 2000 anos




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Jornal Diário de Notícias